Você decide, aprova e arrasta arquivo. Todo o resto é trabalho dela — se você está fazendo outra coisa, algo está errado.
A NAIA é a gerente geral da sua agência. Você é o CEO; ela orquestra. Cada cliente tem uma squad própria de funcionários de IA — curador, diretor de arte, divulgador, editor, publicador — e cada funcionário pertence a um cliente só: o Editor do podcast não é o Editor de outra marca, porque o contexto de marca é o que faz o trabalho ser bom.
Ela não é um chat que responde: é uma operação que anda sozinha entre as etapas e para exatamente nos pontos em que a decisão é sua.
| 1 · Cliente | cadastrado uma vez, com identidade, regras e material na pasta dele. O que é de um cliente nunca aparece no trabalho de outro. |
|---|---|
| 2 · Operação | o que a squad daquele cliente sabe executar (ex.: o ciclo semanal de posts). Você aprova o desenho antes de existir. |
| 3 · Missão | você descreve o objetivo uma vez e a cadeia anda: cada funcionário recebe a tarefa quando a etapa anterior é aprovada. Quem faz cada etapa é o registro — nunca improviso. |
| 4 · Verificação | a entrega passa por um verificador independente (o gauntlet): outro julgador, outro prompt, que só vê o critério e o artefato. Defeito objetivo volta ao funcionário sozinho — você não é o mecanismo de retry. |
| 5 · Publicação | peça aprovada ainda não sobe: publicar exige o seu “pode subir”, peça por peça e canal por canal. E “no ar” só fecha depois de a URL responder de verdade. |
| 1 · Você ensina | veredito e correção viram linha no
aprendizados.md do cliente. Virar regra permanente é
outra ação, sua e explícita — a promoção para o contrato do funcionário.
Nada se autopromove: regra que se escreve sozinha é regra que
ninguém auditou. |
|---|---|
| 2 · O público ensina | depois que a peça publica, a NAIA mede
o que o público fez com ela: a métrica pública do canal do cliente
(views, likes, comentários — grátis, sem modelo) vira snapshot datado e
observação em metricas.md. O que ela escreve são fatos
— “o corte X rende 3× mais views/dia que o episódio” — e a lição é
leitura sua. |
| 3 · O trabalho ensina | o gauntlet: toda entrega com critério passa por um verificador independente, que só vê o combinado e o artefato. Defeito objetivo volta ao funcionário sozinho — sem gastar a sua paciência de retry. |
A agência inteira numa tela: quem trabalha, o que espera você, o que travou e por quê, o que a NAIA faz a seguir.
A fila do dia — e a mesma fila chega falada no Telegram às 7h.
A fila única do que precisa da sua mão: decisões, entregas para revisar, portões de publicação. Cada linha com o botão certo.
O que saiu da fila e continua guardado, com quem arquivou e quando.
Nada é apagado — o contador diz há quanto tempo está guardado, não
quanto falta para sumir. Devolver para a fila traz a pergunta
de volta com a idade original.
Botão ☰ Lista / ▦ Cards no Hoje e no
Aguardando você. Cada pendência tem o selo do que ela é: 📧 e-mail
(chegou de fora), 📦 entrega, 🔍 revisar, 🔒 portão, 💬 pergunta.
Texto ou microfone, aqui e no Telegram (@SouNaia_bot). Áudio vale como texto — a voz é só o teclado.
A operação é o que a squad daquele cliente executa — as etapas, quem faz cada uma. A missão é essa operação rodando para uma entrega, andando sozinha entre os funcionários, com adiamento, arquivamento e reabertura. Na lateral, em Operações.
Uma peça por página: aprovar, pedir ajuste com motivo, editar. Versão anterior nunca se perde.
Perguntas numeradas que você responde com uma frase — na tela ou no Telegram: “1 sim, 3 depois”.
Ficha permanente + repositório padrão (DNA, identidade, materiais, publicados). Identidade sua é oficial; lida de site é inferida.
Cada cliente tem a cadência combinada no STATUS; o briefing aponta quem está há X dias sem entrega. Quem você decidiu não vigiar, fica em silêncio — registrado.
A agência desenhada: quem está em que sala, e o mapa do conhecimento.
Quem existe, o que cada um sabe fazer, e quem usa cada skill — derivado do registro, nunca cadastrado à mão.
“Anota uma ideia…” vira nota no backlog, com o seu texto intacto. Ideia não é tarefa: nada começa sem a sua palavra.
Publica com imagem pela API oficial das redes, agenda num calendário, e serve todas as contas — cada cliente autoriza a sua. Roda no Dell, custo zero. Carteiro, não decisor: nada sobe sem o seu “pode subir”.
O que o público fez com as peças publicadas: snapshot do canal do cliente, com ritmo (views/dia) e crescimento desde a última medição. Fatos medidos — a lição é sua.
Quantas chamadas de modelo hoje e de quem; e o exame determinístico do sistema — rondas, discos, pontes — em segundos, sem custo.
“Pode subir” por peça e por canal, agendamento pelo zelador, e o estado só fecha com a URL respondendo. Falha nunca é silêncio.
“o que precisa de mim?” · “como está o cliente tal?” · “cria um post pra marca tal sobre o tema” · “corta o episódio 4” · “aprovo as pautas, a 9 depois” · “pode subir no LinkedIn” · “anota uma ideia: …” · “o cliente tal agora é 4 por semana” · “o que está travado?”
Regra de bolso: fale o que quer, do seu jeito. Se for ambíguo, ela pergunta — nunca adivinha. Se for irreversível, ela espera a sua palavra.
Pergunte “o que está travado?” — a resposta diz quem destrava cada item. Falha nunca deve ficar em silêncio: se você descobrir algo parado que a NAIA não avisou, esse é o defeito mais grave que existe aqui. Reporte.
Manual da NAIA · escrito em 18/ago/2026 · a versão em texto
vive no MANUAL.md do vault, e esta página é a mesma coisa escrita
para a tela. São dois arquivos mantidos à mão, e são coisas
diferentes de propósito: o Markdown é how-to por tarefa, esta página explica o
todo. Não há gerador — até 18/ago este rodapé dizia que havia. Em divergência,
o registro ganha.